Hepatite alcoólica - Como funciona

por Chirley Santana

Além do alcoolismo em si, o excesso de consumo alcoólico pode resultar em uma hepatite alcoólica. O surgimento da doença é resultado da quantidade ingerida, independente do tipo da bebida alcoólica.

Segundo o Dr. Luiz Renato Faoro, médico gastroenterologista e um dos profissionais da Digest, quanto maior o tempo de ingestão, maior é o risco de ter hepatite alcoólica. "A quantidade que causa a doença varia de pessoa para pessoa. Contudo, para as mulheres basta uma menor quantidade em relação aos homens e há pessoas que adoecem com doses e tempo de uso menores ao serem comparadas com pessoas que, apesar do excesso, nunca apresentaram o diagnóstico da doença".

Como você pôde perceber até aqui, a ingestão exagerada e repetida de álcool por longos períodos é a única causa para a hepatite alcoólica. Assim, o tratamento consiste em evitar, sem distinção, todas as bebidas disponíveis. Porque ao continuar bebendo demasiadamente, o diagnóstico pode evoluir para cirrose. "Dependendo da gravidade da cirrose hepática, ao persistir em beber de forma contínua, pode surgir câncer de fígado ou até levar à morte", frisa Dr. Faoro.

Então, todo cuidado é pouco. Como a doença apresenta poucos sintomas e que são confundidos com o de uma simples gripe, já que nem todos os portadores apresentam a cor amarelada da pele, consultar o gastroenterologista de forma periódica é primordial. Isso, é claro, se você tem o hábito de beber frequentemente. Então o especialista, além de avaliar a sua história clínica, quando necessário ele indica exames específicos, como ultrassonografia e rotinas laboratoriais, para chegar ao diagnóstico preciso da hepatite alcoólica.



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