Manter o peso pode salvar seu fígado

Independentemente das causas, estar acima do peso ideal não seria problema se não surgissem as patologias associadas. Ou seja, devido aos quilinhos em excesso, o diabetes, a hipertensão arterial, a aterosclerose, a gota e o depósito de gordura no fígado (esteatose), entre outras doenças, aparecem.

A esteatose ou doença gordurosa hepática não-alcoólica está presente em 70% dos obesos moderados e em todos os obesos graves. A notícia ruim é que grande parte dos portadores da doença não apresentam sintomas. Quando há, eles são vagos e inespecíficos, como fadiga e desconforto abdominal.

Então, a descoberta de ter um fígado com gordura fica por conta dos exames realizados durante o check-up anual. A ultrassonografia de rotina é a que deixa evidente o problema, mas exames laboratoriais de função hepática podem alertar. "A avaliação por um especialista é crucial para o correto diagnóstico da doença", alerta o gastroenterologista da Digest, Dr. Hans Roman Wulf Vieira.

Após o diagnóstico, vem o tratamento. A solução principal é a conhecida reeducação alimentar somada a atividade física regular. Simples, assim. Ou seja, não tão simples para quem possui enorme prazer em comer. Então, a associação de alguns medicamentos é indicada, levando em consideração cada caso.

Essa mudança é necessária porque a esteatose se converte em uma espécie de hepatite. "Quando não diagnosticada ou tratada em tempo, pode gerar uma cirrose e até predispor ao surgimento de um tumor", frisa Dr. Hans.

por Chirley Santana

 

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